domingo, 30 de novembro de 2014

Chapeus: Ponha essa idéia na cabeça!

Ao começar a escrever esse post, o que me vem mais na cabeça (parece até trocadilho com o titulo do post...Rsss) é aquela frase que muitas de vocês vão falar baixinho ao ler: "Poxa, que lindo! Mas não tenho coragem de usar... Todo mundo vai ficar me olhando...." Normal, muitas vezes já passei por esse dilema! Hoje, uso tudo que me dá na telha! Se continuam me olhando? Claro que sim! Mas, eu prefiro pensar: Estão me achando linda! Por isso, tanta inveja! KKK Sério, resolvi desencanar e como dissemos no post anterior sobre vítimas da moda, se estou me sentindo bem... O resto é resto!

Bem, toda essa conversa é para falar sobre o uso de chapéus no dia a dia! Pelo calor que vem fazendo, já deu para perceber o quanto esse verão vai ser escaldante não é? Parece que tem um sol para cada um! Então, que tal esquecer essa história de usar chapéu só na praia? Além de proteger, o acessório confere muito charme ao visual!

De muitos estilos e cores, procure um modelo que melhor "se encaixe" no formato do seu rosto!


São tantas imagens lindas, inspirações maravilhosas, que está difícil selecionar...


Curtiu? Não esqueça: se você estiver gostando, o resto.... É só o resto mesmo não é?
  
Isabella Brito

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Quem são (e porque são!) as vitimas da moda!

Quem ainda não ouviu falar nessa expressão? Vitimas da moda ou fashion victim? Mas ainda acho que muitas vezes empregamos errado esse termo. E em como tudo o mais nessa vida, precisamos ter muito cuidado ao usa-lo. Rotular alguém é sempre algo muito complicado e na contemporaneidade é ainda mais "forte" você apontar uma pessoa como sendo isso ou aquilo. Na velocidade da propagação da informação, os limites entre a difamação e o simples comentário são muito tênues e confusos. Enfim.... Mas o que são as tais vitimas?

Na era do "chique é ser fashion", os deslizes são muitos. Basta terminar uma semana de moda importante que pipocam as tais listas "as dez peças tem que ter da estação" e muitas pessoas acabam indo procurar avidamente o que "bombou" na tal semana de moda para a partir daí incrementar o guarda-roupa. Acontece que muita gente (inclua gente boa aí nesse bolo!) desconhece que na passarela, existem os truques de stylist, a produção do desfile, o conceito do estilista, etc e aí quer copiar os looks na integra, sair na rua como se estivesse na passarela, afinal, tudo "para estar na moda". Creio que tudo vale a pena se o seu estilo for realmente esse. Eu, por exemplo, conheço uma pessoa que sempre usa umas roupas super extravagantes, muitos e muitos colares, pulseiras, brincos enormes, roupas super coloridas, acessórios enormes e exóticos e acaba que para mim e para as pessoas que a conhecem, isso é mega normal. É o estilo dela, não é uma tentativa de copiar ninguém, de reproduzir um desfile, nada! Ela REALMENTE GOSTA de estar assim e acaba que leva isso para tudo na vida, não somente na maneira de vestir, mas na de pensar, de agir. Então, para alguns ela é uma vitima da moda, mas para mim, ela é a representação perfeita da maneira que a gente deve encarar  a moda: se divertindo, adaptando a moda ao seu estilo, criando, sendo leve... Só desse exemplo já deu para sentir a complexidade da coisa não é?



Ainda não? Pense em alguém próximo a você que simplesmente nunca parece estar a vontade com suas roupas. Alguém que veste um kimono estampado de franjas, super boho, mas decora a casa de maneira extremamente clássica, que não conhece e não curte nada que sequer faça referência ao estilo. Mas que pesquisa nos sites de street style e nos blogs de moda a melhor maneira de usar essa peça. Afinal, ela não cabe no seu estilo, no seu jeito de ser. Então, sempre fica aquela coisa "forçada", fora do tom!

Esse termo para mim também lembra uma outra faceta: a das pessoas que praticamente se mutilam em busca de um padrão de beleza que parece imposto pela industria da moda - Falo que parece pois envolve muitas questões que passam desde a regulação publicitária até a questões econômicas. Mas, isso é assunto de outro post... rsss.... Então, essas também são vitimas (e muitas vezes fatais) da moda. A busca pela magreza excessiva, o sem fim de cirurgias plásticas e tratamento estéticos... Isso também faz muitas vítimas da moda.



Me lembra também a questão do trabalho escravo que grandes marcas e a própria industria brasileira concentrada nas lojas do Bom retiro em São Paulo usam nos seus processos produtivos, passa também pelo uso de animais para produção de casacos e acessórios.... De maneiras tão diferentes, mas todas vitimas da moda...

Algo para se refletir além das vitrines e revistas...


Isabella Brito

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Paixão pelo café!

Olá! Muitos acham que a bebida mais apaixonante que existe é o vinho ou o champanhe por despertarem tantos romances e estarem sempre presentes nas cenas mais românticas. Mas, a verdadeira bebida apaixonante é o café! O Brasil é o segundo maior consumidor do mundo, sendo os Estados Unidos o primeiro.



Acho que cada vez aguço e desenvolvo mais o meu paladar! Lembro de uma vez que fui tomar um café com um amigo (esse, eu acho que tem dependência química! Sério!) e ele quase me mata do coração quando fez um estardalhaço para eu não colocar adoçante no café! Segundo ele, era um verdadeiro crime! Ia alterar de maneira irremediável o sabor! Recuperada do susto, não ousei desafiar tal recomendação e tive que concordar com ele... Café para mim dá uma incrível sensação de bem-estar. Não tem tempo ruim: bebo se estou mais tristinha, para “aquecer” a alma, bebo quando estou feliz para comemorar, bebo para despertar os sentidos e bebo para experimentar novos sabores.

Tem coisa mais bacana do que colocar o papo em dia com amigas, degustando um maravilhoso café? Eu amo esse ritual, Me sinto super bem! Procuro sempre visitar cafés diferentes  para experimentar. Aqui em Salvador, sinto falta de cafés na rua! Mesinhas ao ar livre para sentar e olhar o tempo passar bebendo um café quentinho.


A paixão pelo café tem mais de 300 anos. Existem muitas historias que explicam a sua origem. Claro que eu prefiro as mais criativas e fantasiosas. Tem uma que fala de cabras pastando no alto de uma montanha e comeram os frutos de café e saíram dando cabriolas de tão estimuladas que ficaram. Outra lenda já cita um fanático religioso refugiado nas montanhas da Arabia e que ao provar o fruto desconhecido, achou muito amargo e resolveu tostar para ver se melhorava. Como ficaram quebradiços, ele resolveu amolecer misturando com água. Bem, não sabemos a quem agradecer por essa maravilhosa descoberta, mas com certeza as lendas são quase reais e explicam muito!

 O café é super democrático: vendido em carrinhos e servido em copos plásticos nas ruas em lugares simples, ou preparado e servido de maneira extremamente sofisticada, transformando-se em objeto de desejo.



Já ficou com vontade? Pede um pretinho ou um pingado!

Isabella Brito

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A moda e os modos dos anos 70

Olá! Vocês já repararam como a moda dos anos 70 invadiram o ano de 2014? Pois é, desde a temporada do inverno passado que vemos muito forte essa tendência: nas ruas, nas passarelas e na TV. Particularmente, tenho verdadeira paixão por essa epoca! As roupas, o estilo de vida e especialmente as músicas! Ai.... Sonho em fazer uma festa temática dos anos 70! Uma "discoteca" com globo, luzes e todo mundo com os looks bem caracterizados: roupa, make e cabelo! Uma super produção! Rssss

No Street Style, anonimas e famosas aderiram aos 70 sem medo:


Nos anos 70, a moda era bem democrática (olha aí outra semelhança com os dias atuais!): de um lado tinhamos a estetica hippie com jeans com enormes bocas de sino, bordados e muitos brilhos franjas, colares de contas, miçangas, bijuterias étnicas, saias e calças de cintura baixa com cintos largos, estampas florais e psicodélicas, bolsas de crochê, alças a tiracolo, botas de camurça, sandálias de plataforma, saias longas ou curtíssimas, batas.

De outro lado, tínhamos a moda Disco com muito brilho,  lurex, salto plataforma, body, bustiê, cores fortes e estampas metalizadas, vestidos justos e curtos, as calças boca de sino ganharam cintura alta e ficaram bem justas no corpo.


A novela das 18h00 da Globo, Boogie Oogie, se passa no final dos ano 70 e as duas personagens principais mostram bastante essa dualidade:

A personagem de Isis Valverde, a sandra, é de familia simples e tem visual baseado nos hippie:


 A Vitória, personagem de Bianca Bin, é uma patricinha, super moderna, ligada em moda, com visual disco:


Eu uso fácil o figurino das duas personagens, e vocês?

Nos anos 70, vivemos uma fase de mudanças de comportamento. As coisas foram mudando radicalmente. No final dessa década, quase nada sobrou da utopia e do amor livre dos hippies. Os protestos não eram mais pacíficos e pregando paz e amor. Iniciou-se o movimento punk, mais agressivo e pragmático. Os anos 70, foram dos jovens, que de uma maneira ou de outra, queriam contestar e mudar o mundo para mostrar que as coisas podiam ser feitas diferentes.


O mundo estava em ebulição com a derrocada norte-americana no Vietnã, o escândalo político de Watergate, o surgimento do movimento punk, a crise do petróleo e a ascensão de um pensamento econômico ultraliberal. No Brasil, iniciava-se a abertura politica, após os anos mais repressivos da ditadura militar, onde as transformações e movimentos culturais eram reprimidos com extremo rigor.


Atualmente, uma década pode acontecer em poucos meses, com a rapidez e efemeridade das coisas. O mundo conectado e globalizado permite isso. Então, estamos vivendo nos anos 70 de 2014... Muitas coisas acontecendo e a eterna ebulição que faz com que sempre procuremos o diferente. Ainda bem, não é?

Isabella Brito

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

E para você, o que é Felicidade?

Se você perguntar em um grupo de 100 pessoas o que é felicidade, vai obter 100 respostas diferentes. Essa é a única certeza que temos sobre felicidade.



Cantada em verso e prosa, a felicidade, mais do que qualquer outro sentimento, é um conceito totalmente subjetivo e pessoal. Possui conotações totalmente diferentes para cada pessoa a depender da sua maneira de encarar o mundo e as pessoas, da sua história de vida e outros fatores sociais, psicológicos, antropológicos e econômicos. Por exemplo, o simples fato de ter comida para alimentar a família todos os dias pode se traduzir em estado de felicidade plena para algumas pessoas, enquanto que para outras, isso é somente um fato cotidiano. Está dando para perceber?

Experimente colocar no google imagens a palavra felicidade. A maioria das imagens são de mulheres na praia, com os braços para cima, saltitando ou sentadas meditando de roupas brancas. Eu conheço algumas mulheres que não gostam de praia, que se incomodam com a areia e que se estressam mais quando param para meditar... Para algumas, situações que convencionamos como estressantes, como uma rotina dura de trabalho, é que trazem felicidade. E quem somos nós para julgar ou interferir naquilo que as fazem felizes?


Outras acham que para ser feliz, a condição de ser mãe é imprescindível. Para outras, isso não é tão importante assim. Umas perseguem a felicidade através da realização na carreira e outras atrás de um casamento dos sonhos, com direito a príncipe encantado e tudo! Algumas vão até a Índia buscar no autoconhecimento a felicidade, outras vão para Nova York... Tudo é válido!

Existem até mesmo pessoas que procuram a plenitude, achando que só poderão ter felicidade se alcançarem sucesso em tudo! E como isso é praticamente impossível, acabam deprimidas e com a sensação de vazio, de sempre estar faltando alguma coisa.

Uma coisa é certa: se você tiver a consciência de que a sua felicidade não pode ser entregue nas mãos de outra pessoa, é meio caminho andado. "Só serei feliz quando fulano me amar!", "Fulano me faz tão infeliz...". Essas frases por si só já carregam uma grande tristeza. Não acham que é muita responsabilidade para delegar a alguém? Condicionar a sua felicidade a outra pessoa? Esse estado de plenitude só depende de você! Nessa questão, discordo do poeta que afirma: "...é impossível ser feliz sozinho..."



Já ouviu o ditado "Quem não sabe rezar, xinga a Deus?". Pois é, sempre tome cuidado com o que você considera ideal para ser feliz! Pois, as vezes você está procurando uma coisa tão pertinho de você.... Algo que até já existe, mas você não se deu conta disso! Acordaaaaaa!

Eu sou meio mutante nos meus conceitos de felicidade! As vezes, acho que não preciso de muito para ser feliz, outras vezes acho que falta tanta coisa... Mas, também sei que isso só depende de mim! Sinto a tal da felicidade em pequenos momentos: Quando assisto um bom filme no cinema sozinha (amo ir ao cinema sozinha!!!) com pipoca e coca zero, quando consigo um tempinho para "fazer nada" e ficar de bobeira lendo uma revista ou um livro, quando tomo um café com uma amiga, quando brinco com meu pequeno, quando ouço uma música que me lembra algo bom, o carnaval... Enfim... aposto que você concordou com algumas coisas e discordou totalmente de outras! Rsss.... Já tentou fazer a sua lista?

Acho que poderia ficar aqui escrevendo páginas e páginas sobre esse tema! Rsss.... Mas, preciso deixar você pensando durante outros 5 minutos sobre o que te faz feliz! O que te deixa com aquela sensação boa de paz, de bem estar? É isso que você deve buscar!


Seja feliz a seu modo.

Beijos,


Isabella Brito

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Decoração: paixão pelos azulejos

Começando a pesquisar para esse post, comecei a me questionar de onde vem e como começou essa paixão por azulejos. lembre da casa de um tio lá quando eu tinhas uns 9 ou 10 anos. O banheiro era todinho de azulejos: do teto ao chão. Era dos clássicos: branco e azul e cheio de arabescos. Lembro de perder tempo seguindo com os olhos os desenhos e brincando de ver onde era "o final" daquelas linhas curvas. Lembro também da família doida para ter um dinheiro sobrando para reformar o banheiro e deixar ele "mais moderno". Daí que cheguei um dia na casa de meu tio e o tal banheiro era o centro das atenções! Tinha sido reformado! O bidê foi retirado, a descarga passou a ser embutida (Que luxo!), a cortina de flores foi substituída por um boxe e os azulejos agora eram na cor gelo e somente até o meio da parede, como ditava a decoração da época. Achei tããão sem graça! Ficou tão frio! Ainda consegui resgatar um pedaço do azulejo antigo jogado junto com os restos da obra num monte no quintal. Foi parar diretamente na minha caixa de tesouros, junto com caixinhas de chiclete, conchas, o casco de um caracol e tantas outras quinquilharias que eu colecionava. Agora, eu só tinha azulejos para admirar na Igreja. Me distraia totalmente da missa esticando os olhos para o salão paroquial brincando com os tais arabescos que se uniam sempre na figura celestial de um anjo barroco que parecia ralhar comigo para eu olhar para a frente e me concentrar no sermão do padre. Eita imaginação fértil!

Eis que passados alguns anos, os azulejos são novamente o centro das atenções: na moda, decoração e até mesmo nos esmaltes e artigos de beleza. O que antes era considerado "cafona", hoje é vintage e os azulejos ganharam destaque não somente no banheiro, mas em praticamente todos os cômodos!


Uma boa alternativa é o uso de adesivos. Práticos e de baixo custo, eles reproduzem os azulejos, sendo mais fácil para trocar sempre que der na telha!

Pois é, para decorar a sua casa, escritório, etc, nem sempre precisa de um alto investimento. A vontade e a criatividade fazem a diferença. Adoro adaptar as ideias das revistas de decoração à minha realidade financeira... Rsss... O importante é criar um ambiente que nos dê prazer, que seja aconchegante e que traduza o nosso estilo.

Beijos,

Isabella Brito

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Brechós pelo mundo

Olá! Vamos recomeçar o nosso papo aqui no blog com um assunto maravilhoso: Brechós pelo mundo! Aqui no Brasil a cultura de brechós ainda não é muito forte. As pessoas sempre associam com roupas velhas, cheiro de mofo ou ultrapassadas. Mas, aos poucos essa cultura está mudando e já temos excelentes brechós aqui no Brasil. Para mudar, tem que se despir dos preconceitos e ir conhecer! Comprar boas roupas e acessórios com preços incríveis faz toda a diferença.

Imagina então uma linda bolsa Chanel ou até mesmo um óculos de sol Prada com precinhos super amigos? Esse sonho é totalmente realizável nos muitos brechós fora do país, que se tornaram parada quase que obrigatória para as antenadas e amantes da moda.

Já ficou com vontade de visitar? Fizemos uma seleção para facilitar a sua vida!

Absolute Vintage - Londres

Escolhido pela revista In Style como o melhor lugar para garimpar roupas e acessórios vintage para mulheres e homens. São três filiais em Londres, sendo a mais famosa a que fica localizada na Spitalfields.  Bem grande e com muitas opções, é organizado por tamanho, o que facilita a busca.


15 Hanbury st
Spitalfields
London
E1 6QR

 The Exchange - Londres

O preço não é exatamente convidativo, entretanto, esse brechó tem peças incríveis, separadas por griffe! Imagine você visitando uma arara chanel e combinando com sapatos Louboutin? E isso com preços cerca de 40% mais baratos! Tudo bem organizado, limpo e em perfeito estado de conservação, tendo muitas peças ainda com etiqueta!


72 Gloucester Road
5W7 4QT

Beacon's Closet - Nova York

São quatro unidades em Nova York, sendo três delas no Brooklyn, com muitas opções de roupas femininas arrumadas em um grande galpão. Reserve um tempo para olhar tudo com bastante calma e paciência.



Manhattan Store - 10w 13th street
Park slope Store - 92 5th Avenue, Brooklyn
Greenpoint Store - 74 Guernsey street, Brooklyn
Bushwick Store - 23 Bogart Street, Brooklyn

Kilo Shop - Paris

O nome já entrega um pouco desse Brechó que está fazendo o maior sucesso em Paris!  Você escolhe a peça e pesa em uma das balanças espalhadas pela loja. O valor do quilo, está identificado por cores e  varia entre 5 a 45 euros, de acordo com a peça escolhida. São três andares de roupas e acessórios. Reserve tempo e paciência para garimpar. Vale muito a pena.



Le Marais
69 - 71 rue de la verrerie
75004 Paris

 Coiffeur Vintage - paris

Possui o titulo de melhor brechó de Paris. Isso por si só já diz muito não é?  Peças maravilhosas com preços amigos. O curioso nome advém do fato de que antes funcionava um salão de beleza (Coiffeur) no local. Virou ponto de encontro das descoladas pelo charme. O espaço é reduzido, por isso uma dica é não deixar de vasculhar as caixas nos fundos da loja. Dizem que os verdadeiros tesouros estão por lá! 
32, 


32, Rue de Rosiers, 75004


Quando estiver em qualquer uma dessas cidades, não deixe de visitar os Brechós! Está de viagem marcada para outro lugar que não apareceu na nossa seleção? Coloque aqui nos comentários que teremos o maior prazer em te enviar as opções de brechó em seu destino!

Isabella Brito


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Esse é o primeiro post da nova fase do Blog Dorothy Brechó! A sua opinião é muito importante para saber se está tudo bacana e o mais importante: de acordo com suas expectativas! Comente, reclame, opine! Faça desse canal de comunicação uma leitura prazerosa e um verdadeiro bate papo entre amigas! Beijos, 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Recomeço!!!


Recomeçar significa: Começar de novo; refazer depois de interrupção: recomeçar um trabalho. E nada melhor do que um recomeço para nos encher de esperanças, de possibilidades e de vontade de fazer tudo diferente ou até mesmo tudo igual só que de maneira diferente!

Demos um tempo no nosso blog para voltarmos de maneira diferente. Vamos bater um papo descontraído sobre comportamento, atualidades, moda, decoração e tudo o mais que amamos de coração, com o tom de conversa intima entre amigas, com mais espontaneidade. Um novo canal de comunicação entre clientes e amigas do Dorothy Brechó.

Nessa nova fase, o blog conta com a colaboração de Isabella Brito, consultora de moda e estilo e nossa parceira aqui do Brechó!


Acompanhe e participe!